Nessa semana, o presidente da operadora de celular Vivo, Amos Genish, deixou bem clara qual é a sua opinião a respeito de um dos serviços de mensagens instantâneas mais famosos e populares no Brasil, o WhatsApp. De acordo com Amos, o serviço não passa de “pirataria pura”, e que ele funciona como as operadoras de celular ilegal no país, já que não passa pela mesma fiscalização que as operadoras reais passam.
Em virtude disso, Amos afirmou que não há a mínima chance da Vivo ter uma parceria com o serviço de WhatsApp e pediu para que as outras operadoras de celular pensassem um pouco e seguissem o seu exemplo para não incentivar essa prática “ilegal” no país. Porém, parece que nem todas seguem a mesma linha de pensamento de Amos.
A TIM, por exemplo, já lançou uma nova promoção na semana passada chamada de “Turbo Whatsapp”, onde os clientes pré-pagos têm direito a uso de até 50MG por dia apenas no serviço de mensagens instantâneas por um preço de R$12 mensais. E o acesso continua diariamente mesmo que o saldo do cliente acabe. Além do uso do whatsapp, os clientes também tem direito a enviar mensagens de texto, voz e vídeos pelo WhatsApp, porém não inclui asligações de voz.
O diretor de CMO da operadora de celular TIM pelo visto tem uma opinião bem divergente da de Amos, já que afirma que o WhatsApp já faz parte da vida das pessoas e que não é útil apenas para uso pessoal, mas muitas vezes também como uma ferramenta de trabalho. Segundo ele, a empresa quer garantir que seus clientes não fiquem sem acesso, mesmo se não tiverem dinheiro para colocar crédito naquele mês.
A Claro também está seguindo o caminho da TIM, e está oferecendo já há alguns meses uma promoção com acesso gratuito ao WhatsApp para quem assinar seus novos planos. O presidente da operadora, Carlos Zenteno, afirma que a empresa deseja garantir que seus clientes possam navegar na Internet, principalmente com os serviços mais utilizados como o de mensagens instantâneas, quando e onde quiserem.
A OI por enquanto ainda não tem planos para realizar uma promoção ligada ao WhatsApp, de acordo com sua assessoria de imprensa em contato com o computerworld, mas também não descartou a possibilidade.